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domingo, 1 de junho de 2014

Artes Marciais Benéficas para o corpo e para a mente


Warrior Monks Of Shaolin Temple
Imagem: Praticantes de Kung Fu do Templo Shaolin, o maior centro de difusão da arte no mundo / asianhistory.about.com
A origem precisa das artes marciais é desconhecida. No entanto, é largamente aceito que seu desenvolvimento deu-se em conjunto com o desenvolvimento da civilização, em especial no oriente – onde há relatos de técnicas de defesa durante a fase de desenvolvimento da tecnologia agrícola na China.
Hoje as artes marciais, em suas mais diversas formas, estão espalhadas pelo mundo. Entre as mais conhecidas, temos o Kung Fu, o Tae Kwon Do, o Judô, o Karatê e o Aikidô.
É  unânime afirmar que todos os tipos de arte marcial proporcionam benefícios físicos, mentais e – por que não? – espirituais a seus praticantes. Quem pratica artes marciais de maneira consciente sabe que elas não estão, de modo algum, ligadas à violência, mas sim à disciplina, respeito ao próximo, busca de conhecimento e autocontrole. Praticantes de artes marciais são mais persistentes e disciplinados do que seriam normalmente. Um treino de artes marciais torna-se facilmente uma busca por autoconhecimento, de modo que os praticantes, além de assimilar os conhecimentos transmitidos por seus mestres, descobrem-se um pouco mais a cada treino.
Mas nem só de benefícios mentais e espirituais vivem os praticantes de artes marciais. A recompensa física recebida com a prática é evidente. Uma aula de judô pode queimar facilmente 1000 calorias, além de aumentar consideravelmente flexibilidade, coordenação motora e equilíbrio do praticante. Graças à variedade dos golpes e dos movimentos que utilizam vários grupos musculares, é uma arte marcial que exercita o corpo de maneira completa.
Claro que quanto mais cedo se começa a praticar uma arte marcial, mais seus benefícios serão sentidos. Mas isso, de maneira nenhuma quer dizer que exista uma idade limite para o início da prática esportiva. Desde que sejam observadas as condições físicas do praticante, não existe restrição alguma. Outro mito que merece ser derrubado é o de que artes marciais são coisas apenas para homens. Hoje em dia cada vez mais as mulheres têm procurado a prática de esportes de luta, seja como uma opção de defesa pessoal, como um modo de botar pra fora todo o estresse do dia a dia ou mesmo como uma alternativa mais animada à prática de academia. Tanto é que alguns dos maiores expoentes das artes marciais brasileiras são mulheres, como as judocas Sarah Menezes e Mayra Aguiar, medalhistas olímpicas em Londres e Natália Falavigna, expoente do Tae Kwon Do nacional e também atleta olímpica.
Kung Fu
Arte marcial imortalizada nas telas do cinema por Bruce Lee, o Kung Fu é um dos estilos de luta mais antigos de que se tem notícia. Também conhecido pelo nome de Wushu, significa literalmente “arte da guerra”. É considerado um dos esportes nacionais da China, onde surgiu e floresceu, dando origem a mais de trezentos estilos diferentes. O período em que se originou é incerto, mas há registros de cascos de tartarugas da dinastia Shang (1766 – 1122 a.C.) que já traziam menções ao Kung Fu, embora especialistas acreditem que sua origem seja ainda mais antiga.
No Brasil a modalidade começou a popularizar-se na década de 1960 graças a três mestres chineses que vieram para o país. Inicialmente ensinado apenas para a comunidade de imigrantes chineses, demorou alguns anos para que os brasileiros também pudessem aprender, mas logo a modalidade se espalhou por todo o país. Hoje, a Confederação Brasileira de Kung Fu/Wushu possui aproximadamente cinco mil atletas federados. As estimativas, contudo, são de que no país haja pelo menos cem mil praticantes da modalidade.
Templo Shaolin
O Templo Shaolin do Norte é um dos centros de desenvolvimento de Kung Fu mais famosos até hoje. O templo foi construído no ano de 495 pelo Imperador Xiaowen para servir como um centro de divulgação do budismo, sob a supervisão do monge indiano Batuo.
Por estar localizado perto da capital da China à época, muitos nobres e militares hospedaram-se no local. Com tantas visitas, os monges puderam aprender, desenvolver e aprimorar as técnicas de combate com as quais tinham contato, iniciando deste modo o desenvolvimento das técnicas Shaolin. Foi nessa escola que surgiram os famosos movimentos baseados em animais.
Durante a Revolução Cultural da China, conduzida por Mao Tsé-Tung, o mosteiro foi fechado. Porém, na década de 1980 o mesmo foi reaberto como um centro de treinamento de Kung Fu e atração turística. Finalmente, no ano de 2010, a Unesco declarou o Templo Shaolin do Norte um patrimônio da Humanidade.
ARTES MACIAIS - Imagem 02 - Tae Kwon Do
Imagem: Atleta olímpica Natália Falavigna, expoente do Tae Kwon Do nacional / www.vipcomm.com.br
Tae Kwon Do
Assim como outras artes marciais mais antigas, as origens exatas do Tae Kwon Do remontam a um tempo de guerras e conflitos. Por volta do ano de 670 a.C., a Coréia era dividida em três reinos: Silla, Koguryo e BaekJe. O reino de Silla era o menor dos três e sofria com constantes invasões e saques por parte dos outros dois reinos. Durante o reinado de Chin Heung, alguns jovens militares e aristocratas reuniram-se, formando um grupo chamado Hwarang-do. Durante seus treinamentos, eles praticaram técnicas de combate com lanças, arco e flecha e espadas. No entanto, além das técnicas de combate armado, eles treinavam arduamente sua disciplina mental e técnicas de combate corpo a corpo que utilizavam golpes com as mãos e com os pés, como o Soo-Bak e o Taekyon, que mais tarde viriam a originar o Tae Kown Do moderno.
Graças a essa tropa de soldados quase invencíveis, o reino de Silla conseguiu impor-se ante os reinos de Koguryo e BaekJe e promover a unificação da Coréia, por volta do ano 935. Ao mesmo tempo que as técnicas do Tae Kwon Do trouxeram a paz e a unificação à Coréia, promoveram seu declínio, pois, com a nova postura anti-militar assumida pelas províncias recém-unificadas sob um mesmo império, a prática do Tae Kwon Do perdeu muito de sua necessidade, caindo em desuso.
Este quadro agravou-se ainda mais em 1909, quando os japoneses, durante sua expansão imperialista invadiram a Coréia e lá ficaram até serem expulsos em 1945, com a derrota do Japão na Segunda Guerra Mundial.
Os japoneses proibiram a prática do Tae Kyon (nome pelo qual era conhecido o Tae Kown Do na época) e os poucos praticantes que persistiram nos treinamentos o faziam às escondidas. Durante esse período o Japão impôs aos coreanos a prática do Karatê, que após a libertação da Coréia, teve influência no ressurgimento do Tae Kwon Do no país, graças ao general Choi Hong Hi, que era em 1946 um jovem tenente do exército recém-liberto de um campo de prisioneiros japonês e que começou a ensinar artes marciais a alguns de seus soldados. Após anos de pesquisa nasceu o estilo Chang Hum. O desenvolvimento das técnicas de combate foi tão rápido que, em 1955, durante a Guerra da Coréia, uma junta de mestres e outros especialistas decidiu unificar as diversas escolas que haviam se propagado nos últimos anos e compilaram o Tae Kwon Do moderno.
Após esse longo e penoso caminho, a modalidade foi apresentada nos Jogos Olímpicos pela primeira vez em Seul, no ano de 1988. Nesse ano a modalidade foi disputada como demonstração, não fornecendo medalhas a seus competidores. Mas em 1994 o COI (Comitê Olímpico Internacional) reconheceu o Tae Kwon Do como modalidade olímpica, sendo disputado oficialmente pela primeira vez nos Jogos de Sidnei, no ano de 2000.
No Brasil
No Brasil a difusão do Tae Kwon Do começou no ano de 1967, quando o mestre Yong Man Kim chega ao país com um grupo de imigrantes coreanos e começa a ministrar aulas em solo brasileiro. Dois anos depois, em 1969, o mestre Nam Chil Cho também começa a ministrar aulas na Bahia.
Mas o ano do esporte em nossas terras é 1970, com a chegada do mestre Sang Min Cho, enviado pela Federação Internacional de Tae Kwon Do para divulgar oficialmente a modalidade. O mestre Cho instala-se em São Paulo e l Valiumá começa a ministrar aulas. Em 1973, o Tae Kwon Do foi reconhecido como modalidade esportiva pelo Conselho Nacional de Desportos e no mesmo ano ocorreu o primeiro campeonato brasileiro da modalidade, no Rio de Janeiro. Desde então a modalidade não parou mais de crescer e render bons frutos, e hoje em dia estima-se que cento e cinquenta mil pessoas pratiquem Tae Kwon Do no Brasil.
Judô
Dentre as artes marciais o Judô é uma das mais populares, mas também é uma das mais novas. Surgido no ano de 1882 no Japão, foi elaborado por Jigoro Kano, inspirado nas técnicas do Ju Jutsu, uma milenar arte marcial dos samurais japoneses.
De constituição franzina, Jigoro Kano media apenas um metro e meio de altura e pesava quarenta e oito quilos, o que lhe deixava em desvantagem frente a outros praticantes de artes marciais e outros esportes em geral. Antes de tentar as lutas, ele praticou beisebol e remo, também sem sucesso. Foi então que ele resolveu praticar o Ju Jutsu, que era considerado uma arte um tanto agressiva, o que a tornava impopular, especialmente entre as pessoas mais esclarecidas.
De perfil estudioso, Jigoro Kano buscou basear as técnicas do Ju Jutsu em conceitos científicos, elaborando um sistema de ensino mais pedagógico. Ele utilizou as principais técnicas do Ju Jutsu, aliadas com outros tradicionais estilos de luta japoneses, e conseguiu transformá-las em um meio de educação física que conhecemos hoje como Judô.
Em 1882, Jigoro Kano inaugura sua primeira escola, chamada Kodokan (Casa do Caminho da Fraternidade), que está ativa até hoje e é considerada o principal centro de divulgação do Judô no mundo. Foi nessa escola que ele venceu a desconfiança de outros mestres depois de impressionar a todos com apresentações das técnicas à força policial de Tóquio.
O ingresso de Jigoro Kano no COI, no ano de 1909 foi o empurrão que o esporte precisava para tornar-se global. Prova de que o Judô tinha definitivamente se tornado um esporte praticado mundialmente veio nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 1964, quando o gigante holandês Anton Geensik venceu o japonês Akio Kaminaga de maneira incontestável, na principal categoria disputada. Hoje o Judô é considerado um dos esportes nacionais do Japão.
Não demorou muito para que o Judô chegasse ao Brasil. Já no ano de 1910, Takaji Saigo já ensinava os primeiros golpes no Brasil, em uma academia na cidade de São Paulo. Entre os anos de 1922 e 1923, Saigo fez diversas apresentações de Judô no país para políticos e militares brasileiros.
Enquanto isso, em 1914, chegava ao Brasil Mitsuyo Maeda, conhecido como Conde Koma. Grande divulgador do Judô e considerado por muitos o grande responsável pela difusão do esporte no país, Maeda apresentou o Judô em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e no Pará, onde ensinou a arte a Carlos Gracie, que alguns anos depois se mudou para o Rio de Janeiro junto com seu irmão Hélio Gracie e desenvolveu com ele o Jiu-Jitsu Brasileiro.
Hoje o Judô conta com mais de dois milhões de praticantes no Brasil. Tamanha popularidade foi alcançada graças aos inúmeros benefícios físicos e mentais adquiridos com a prática do esporte. Um ótimo reflexo dos investimentos no esporte pode ser visto em Jogos Olímpicos, pois o mesmo é a modalidade que trouxe mais medalhas olímpicas para o Brasil, sendo quatro apenas na última edição dos Jogos, disputada em Londres.
Karatê, a arte das mãos limpas.
O Karatê é outra arte marcial de origem japonesa. Seu desenvolvimento ocorreu na região de Okinawa, no sul do Japão, influenciada pela antiga arte marcial chinesa conhecida como ChuanFa e por modalidades tradicionais japonesas conhecidas como Koryu.
O arquipélago de Okinawa, hoje pertencente ao Japão, fica entre este país e a China, sendo antigamente fonte de fortes disputas territoriais entre os dois países. Quando, após um período de guerras, a região foi unificada sob o governo de ShoHashi, o mesmo, temendo revoltas, baixou um édito que proibia o porte de qualquer arma pela população civil. Tal proibição foi o impulso necessário para o início do desenvolvimento do Karatê como o conhecemos hoje.
Com influência de muitas outras artes marciais locais, tais como o Mutô e o Kobudo, o Karatê tomava forma, entretanto, cada mestre imprimia muito de seus conhecimentos pessoais, marcando fortemente a arte e impedindo uma aceitação maior fora de seus círculos específicos.
Foi no século XIX que a situação começou a mudar. Com a região de Okinawa definivamente anexada pelo Japão, AnkoItotsu, secretário do rei de Okinawa, utilizou sua influência para divulgar o Karatê.
Uma vez conhecido fora dos círculos de praticantes de Okinawa, o Karatê encontrou um grande aliado em Tóquio: Jigoro Kano. O fundador do Judô foi um dos grandes colaboradores de Gichin Funakoshi – considerado o maior divulgador do Karatê e o mestre que desenvolveu os estilos conhecidos como Shotokan e Shotokai, voltados para combates. Jigoro Kano contribuiu com o sistema de graduação por faixas coloridas e na padronização dos quimonos – roupas de treino utilizadas em ambas as artes marciais. Até hoje a contribuição do fundador do Judô para o Karatê é reconhecida no Japão; sempre que os caratecas passam em frente ao prédio de Kodokan – a academia fundada por Kano e local onde tanta contribuição foi dada ao mestre Funakoshi -, fazem a tradicional reverência japonesa em sinal de respeito.
No Brasil, os primeiros praticantes chegaram em 1908, como imigrantes japoneses que se instalaram no interior do estado de São Paulo. No entanto, a “arte das mãos vazias” era ensinada apenas para os próprios imigrantes japoneses e uns poucos brasileiros que se interessavam. Apenas no ano de 1956 o professor Mitsuke Harada organizou a primeira academia em São Paulo. Finalmente, no ano de 1960, com a criação da Associação Brasileira de Karatê é que a arte teve um crescimento mais consistente no país. Hoje estima-se que seus praticantes sejam em torno de um milhão só no Brasil.
ARTES MACIAIS - Imagem 03 - Aikido - Cópia(1)
Imagem: No Aikido o princípio é não opor-se ao adversário: o praticante da arte usa a força do inimigo contra ele mesmo /aikidomizu.files.wordpress.com
Aikidô
Outra arte marcial bastante recente, o Aikidô foi criado na década de 1940 pelo mestre Morihei Ueshiba, que a concebeu depois de ter contato com diferentes estilos de artes marciais. Entretanto, as maiores influências de Ueshiba foram o Kenjutsu (técnica de luta com espadas) e o Jojutsu (uma técnica de luta com um bastão curto). Mesmo após especializar-se em tantas técnicas de combate, ele sentia-se profundamente descontente. Foi então que ele começou a peregrinar por diversas práticas religiosas ascéticas e contemplativas, em busca de um significado para a vida. Aliando essas duas vias de conhecimento, Ueshiba criou o Aikidô.
Um dos pontos notáveis do Aikidô é a sua orientação de não opor-se diretamente ao adversário, permitindo que a energia do agressor volte-se contra o mesmo, com o uso de técnicas de projeções e torções.
Ao contrário de outras artes marciais, o Aikidô não possui uma cultura competitiva. Segundo seus princípios todo praticante de Aikidô compete contra si mesmo, trabalhando o tempo todo para tornar-se cada vez melhor e mais completo, tanto tecnicamente quanto espiritualmente.
Um dos grandes divulgadores do Aikidô no Ocidente é o ator americano Steven Seagal. Faixa preta 7° Grau, ele é um dos maiores mestres da arte, tendo sido inclusive o primeiro ocidental a abrir uma academia de Aikidô no Japão. Steven Seagal utiliza os movimentos aprendidos nas artes marciais em seus filmes e, além disso, também auxiliou no treinamento de diversos competidores famosos, como os brasileiros Anderson Silva e Lyoto Machida, lutadores de MMA.
No Brasil a modalidade desembarcou nos anos de 1960, trazido pelo Shihan (Mestre) Reishin Kawai, que até hoje reside em São Paulo onde, além de ministrar aulas de Aikidô, é considerado um respeitado especialista em técnicas de medicina oriental.

Fonte:http://revistavilanova.com/artes-marciais-beneficas-para-o-corpo-e-para-a-mente/

quarta-feira, 2 de abril de 2014

DISCIPLINA
 
Disciplina tem a mesma etimologia da palavra "discípulo", que significa "aquele que segue". Também é um dos nomes que se pode dar a qualquer área de conhecimento estudada e ministrada em um ambiente escolar ou acadêmico. Geralmente diz respeito a uma Ciência ou Técnica, ou subderivados destas. Aqueles que seguem uma disciplina podem assim ser chamados de discípulos.
 

seis passos para ser disciplinado

1. Sê verdadeiro contigo mesmo A primeira coisa a fazer é reconhecer em que área da tua vida não tens tanta disciplina. Depois, pensa nas consequências da tua indisciplina. Pensa em como isso vai afetar a tua vida. Por último, visualiza a tua vida sem esses problemas. Com certeza, comprovarás que ter disciplina ajudar-te-á a viver a vida sem preocupações. Ao atuar de forma disciplinada, notarás que terás mais tempo e energia.
 
2. Caneta e papel em mãos
Anota os passos a dar para te comportares de forma disciplinada.

 
3. Plano de ação já!
Cria um plano de ação. Nada mais é do que criar um passo a passo de como deves atuar. É importante que sejas realista. As tuas metas devem ser alcançáveis. A disciplina é como um músculo que deve exercitar todos os dias para que fique forte.

 
4. Xô preguiça
Aprende a controlar aquela vontade de deixar para fazer depois. Ela é a grande inimiga da disciplina. Todas as desculpas afastam-te da tua meta. Encara o que tens que fazer como algo inegociável. Tens que fazer, gostando ou não.

 
5. 21 dias seguidos
Segue o teu plano de ação durante 21 dias seguidos. Esse é o tempo mínimo necessário para criar um hábito. Se falhares antes de concluir as três semanas, retoma tudo desde o início até atingires os 21 dias seguidos.

 
6. Nada de pensamentos negativos
Elimina a voz negativa e ouve apenas a voz positiva. Pense que basta um pensamento negativo para te desmotivar. Mantém-te firme nos teus propósitos. Sem dúvida, alcançarás o que desejas.


fonte: http://noticias.universia.pt/destaque/noticia/2013/03/04/1007188/os-6-segredos-ter-mais-disciplina.html

quinta-feira, 6 de março de 2014

5 estratégias para aliviar a ansiedade

A ansiedade está na grande maioria das vezes relacionada com preocupação. A ansiedade materializa-se numa ocupação antecipatória dos recursos da mente sobre algo que acontecerá ou que se receia que aconteça no futuro. No entanto a preocupação pode ser útil quando nos leva a agir e a resolver um problema. Mas se você está preocupado com cenários hipotéticos ou cenários catastróficos, a preocupação torna-se um problema sério. Dúvidas e medos irracionais são paralisantes, desmotivantes e não-produtivos. A ansiedade e consequentemente a preocupação exagerada sugam a sua energia emocional, aumentam os níveis de tensão, e interferem com o seu dia-a-dia, tudo isso sem nenhum retorno positivo. A boa notícia é que o terrível hábito da preocupação crónica é um processamento mental que você pode aprender a diminuir e até mesmo a superar. Você pode treinar a sua mente de forma a ficar mais calmo e controlado, permitindo que olhe a vida sob uma perspectiva mais positiva.
Uma vez accionada a ansiedade, a preocupação segue-se, é como que um subproduto do processamento ansioso da informação. Consequentemente geram-se sentimentos mistos sobre as suas preocupações. As suas preocupações começam a incomodá-lo, passando a manifestar-se de forma sintomática, prejudicando o sono, a concentração, a alimentação, o humor e aumentando os pensamentos de cariz pessimista e catastrófico.
Mas, afortunadamente existem algumas formas de processamento de informação que justificam essas preocupações . Por exemplo, quando você pensa:
  • Talvez eu encontre uma solução.
  • Eu não quero esquecer nada.
  • Se eu ficar pensando um pouco mais, talvez eu possa resolver a situação.
  • Eu não quero ser surpreendido.
  • Eu quero ser responsável.
Todos nós temos uma tendência natural para a preocupação, por isso torna-se difícil desenraizarmos este hábito, porque em certo sentido, as nossas preocupações têm vindo a servir-nos.

PREOCUPAÇÃO E ANSIEDADE – DICA 1: ACEITE A INCERTEZA

A incapacidade de tolerar a incerteza desempenha um papel central no aumento da ansiedade e preocupação. As pessoas que sofrem de preocupação crónica têm um impulso enorme para o esclarecimento de todas as suas dúvida e imprevisibilidade. Elas precisam saber com 100% de certeza o que vai acontecer. Preocupar-se é visto como uma maneira de prever o que o futuro lhes reserva, uma forma de evitar surpresas desagradáveis e controlar os resultados. O problema é que esta estratégia de querer saber o que vai acontecer no futuro e/ou certificar-se que as coisas temidas não irão acontecer, simplesmente não funciona.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014


A IMPORTÂNCIA DO AQUECIMENTO E DO ALONGAMENTO
Para desempenhar-mos qualquer atividade física é importante o aquecimento corporal.
Os músculos necessitam de calor, por isso precisamos pré aquecer o nosso corpo para a atividade desejada.

Ao executar um tipo de aquecimento simples por exemplo, corridas curtas, pular corda, saltos no lugar, nosso coração aumenta a frequência cardíaca, elevando assim a pressão sanguínea (o sangue corre mais rápido nas artérias), o corpo entra em calor.

Porém somente isso não é suficiente para estar aquecido, os músculo, articulações e tendões necessitam de uma preparação mais específica que são os alongamentos.

Ao execultar exercícios de alongamento específicos para os músculos por exemplo, o mesmo estará gradativamente se tornando mais elástico e mais contrátil, ao alongar uma determinada articulação ou tendão (panturrilha e ombro), os mesmos estarão entrando em calor preparados para a atividade.

É importante um alongamento específico para a articulação.

Assim vale para os cotovelos, para a coluna, para a musculatura da coxa (anterior e posterior). Alongar exige muito pouco tempo e espaço, pois em menos de cinco minutos você estará leve e solto preparado para atividade sem risco de contusão.
 
fonte:http://profrafaelguerra.blogspot.com.br/2010/09/importancia-do-aquecimento-e-do.html

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